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Casas noturnas sem isolamento acústico e carros tunados perturbam o sossego público em Iranduba

Atualizado em 12/11/12
Por J Ray Lima

Como diria o “Garotinho” Valdir Correa, da Difusora, “VAMO RESPEITAR!”

Nada contra quem queira se divertir no fim de semana, no meio dela, no começo ou quando melhor lhe aprouver. Esse é um direito que as pessoas dadas a essas práticas têm, mesmo estando elas sujeitas aos perigos naturais que tal liberdade ou, em alguns casos, libertinagem mesmo, oferecem.

De igual modo, nada contra os empreendedores que operam nesse setor e dele tiram o sustento de suas famílias.

A questão aqui é tão somente exigir, na mesma proporção, garantia de sossego às pessoas que optam por ficar no aconchego de seus respectivos lares à noite, descansando e restaurando as energias para o dia seguinte.

Esse direito lhes está sendo tirado diariamente à medida que se multiplica em Iranduba o número de carros “tunados” (equipados com sons potentes), que desfilam pela cidade às altas horas da noite, perturbando a ordem pública.

E a desordem é ainda maior quando há eventos em casas noturnas locais, que, por si só, já infringem a lei ao não fazerem o isolamento acústico da área. Em frente a elas, vários carros com som alto, incomodando a vizinhança, já que se trata de áreas residenciais, no centro da cidade.

E mais: além da importuna poluição sonora, lixo e muito mijo nas portas alheias.

Certamente, o jornalista Boris Casoy, diante de um quadro desses, diria: ‘isso é uma vergonha!”

Os notívagos (amantes da noite) podem, sim, se divertir à vontade, fazer o que bem entenderem, até correrem riscos; e como se expõem a perigos...! Devemos, no entanto, orar por eles, pois cremos que Deus tem grandes propósitos para as suas vidas. Mas, e o direito das famílias que preferem ficar em casa, descansando? Não é raro se encontrarem entre elas pessoas idosas, crianças, gente doente... Vão continuar impondo-lhes que durmam “com um barulho desses?”

Parafraseando o também jornalista José Luiz Datena: “me ajuda aí, ô!”.

E não me venham com o argumento despudorado de que “esse é o preço do progresso” ou algo ainda mais insolente do tipo: “os incomodados que se mudem!”, que eu responderei com aquela máxima do “Manelito” (quem mora aqui sabe de quem estou falando): “RESPEITE IRANDUBA!”.

Fonte: Facebook

 

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